terça-feira, 5 de julho de 2016

BACK TO THE THRONE

Olá povo! Fiquei novamente sem escrever pois estava atarefado e também muito triste. Foram muitas baixas, algumas importantes outras nem tanto e fiquei com medo que o blog se tornasse um obituário de músicos e artistas. Mas a vida segue. E preciso falar sobre Game of Thrones e sua última temporada. Pra quem acha que é uma besteira filmes ou séries com magia, dragões, reis e guerreiros e fantasia demais, não leiam este post. Aliás saiam do blog agora. Você não sabe de nada Jon Snow. A série dos livros e a da HBO tem suas diferenças, mas o contexto é o mesmo. Uma aventura incrível que não convém aqui entrar em detalhes, pois tudo já foi dito sobre a série, mas minha impressão é de que a história não fala de uma idade média preconceituosa, maligna, cruel e perversa. Pra mim ela reflete como ainda somos iguais na era moderna. Muda o cenário mas o enredo é o mesmo. Por que existem Jon´s Snow´s por ai, Cercei´s, Daenerys, Stark´s, Lanister´s e muita gente louca com ambições desmedidas e sem nenhum escrúpulo para conseguir o que querem. Existem religiosos como o septo e uma crueldade sem tamanho como na idade média. Matar por nada, como muitas vezes aconteceu na série. E procuramos nos proteger e tentar levar uma vida normal. Mas ao assistirmos qualquer jornal entendemos que de normal não existe nada neste mundo. As vezes me vejo em Westeros e não no Brasil tal os absurdos que vejo. Voltamos a idade média!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Lemmy Forever.

Desta vez tenho pouca coisa pra falar. Só digo o que já foi dito: LENDA!!!
A primeira vez que ouvi o seu baixo com distorção comendo solto na introdução de Ace of Spades eu disse: Quero tocar desse jeito! Quando o cara soltou a voz eu falei: Karay!!! O cara é um trovão? É assim que entendo a personalidade do cara mais porreta do metal. Meu mestre! Respeito pelo legado! Stone Dead Forever.

Slayer

Paulada nova! Repentless é o novo trabalho do Big Slayer. Pra mim uma das melhores bandas do planeta. Influência obrigatória para qualquer pessoa que pegue uma guitarra e queira realmente tocar com raiva, fúria, velocidade e coerência. E após a morte de Jeff Hanneman, guitarra e um dos fundadores, ficamos na expectativa por este novo álbum. Gary Holt (Exodus) que assumiu o posto de Jeff já na turnê anterior, se mostrou um verdadeiro brother dos caras. Então vamos lá: É o bom e velho Slayer. Paulada do começo ao fim. A volta de Paul Bostafh na direção das baquetas é mais do que bem vinda. Todos elementos marcantes do som deles esta lá. Kerry King continua um demônio com seus solos matadores e sua alavanca frenética. Prestem atenção no vocal matador de Tom Arraya. O cara esta cantando como nunca. Ótimo álbum, além de uma arte gráfica maligna de primeira. Salve a nova fase do Slayer. Long live to Slayer!

sábado, 12 de dezembro de 2015

The Book of Souls

Tenho que de novo afirmar o que David Bowie disse:  "Rock é coisa de gente velha!". Venho aqui relatar a minha impressão de The Book of Souls do gigante Iron Maiden. Confesso que não esperava muita coisa deste novo disco. Na verdade esperava mais do mesmo, embora a recuperação do Bruce após o câncer me deixava apreensivo. Mas cai do cavalo. O sexteto me grava um álbum duplo com bases marcantes (até ai nenhuma novidade), mas com uma garra dos anos 80. Tive a sensação parecida quando ouvi pela primeira ver o Powerslave. O disco é o melhor em anos do grupo. Pra mim já é Clássico! Faixas longas, teatrais contando histórias fantásticas. Seria uma injustiça em citar elas aqui por que o álbum completo é bom. Poderia ter momentos massantes mas vai por mim, não tem. A arte do álbum é de primeira também com as incríveis ilustrações do Mark Wilkinson. E afinal como esta a voz do Bruce? A mesma. Impecável, sentimental, destruidora, teatral... resumindo: Tem certeza de que ele teve algum problema ? O cara continua com a voz de uma sirene como sempre, não percebi nenhuma defasagem. Então se você sente saudades de metal feito com personalidade e que todo mundo gostaria de ter (mas não tem), compre The Book of Souls de olhos fechados e se pergunte: por que ninguém se toca de que é assim que se faz Heavy Metal de verdade?
Em tempo: só pra te deixar uma pulga atrás da orelha e fazer você ouvir o CD: Tem uma faixa com PIANO. KKKKKK.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Random Access Memories

É com atraso que venho colocar este post. O disco saiu em 2013 e embora tenha tocado muito a canção "Get Lucky" com o Pharrell Williams só agora consegui tê-lo em mãos e me maravilhar com a inteligencia e as sacadas dos andróides do Daft Punk. Entre os grupos que fazem musica eletrônica eles são os que gosto mais. Desde "Around the World", "One more Time" e "Robot Rock" já saquei que não era só uma dupla de DJ`s botando gente pra dançar. Existe um conceito em tudo que eles fazem, pelo visual já mostram que não vieram para um só verão. Mas foi depois da trilha sonora de TRON Legacy da Disney que eu entendi qual é dos caras. Em Random Access Memories os andróides arrumaram um time de colaboradores que me emocionaram. As musicas remetem a Disco dos anos 70. Mas não aquela disco sonsa e cafona e sim a boa DISCO MUSIC. Giorgio Moroder, Nile Rogers (Chic), Paul Williams (do filme: O Fantasma do Paraíso) entre outros músicos fantásticos transformaram este disco na obra prima futurista do passado. Sei que é dificil de entender este conceito, mas os caras aliaram o melhor das ideias musicais futuristas com o desempenho musical dos anos 70. Não consigo parar de ouvir o cd e que hora descubro timbres novos e geniais sacadas sejam melódicas ou nas letras. Fantástico e altamente recomendado. Os samples não são de musicas conhecidas ou obscuras. Na verdade tudo aqui foi feito do zero. Tudo composto para as musicas mesmo e não colagens que as vezes parecem sem nexo. Comprem, baixem, ousam e vejam os videos que estão no link ai embaixo. Ps. Prestem atenção nas faixas: "Giogio By Moroder" e "Contact". O batera é o Panda Bear (Animal Collective) o muleque arrebenta.

 Link: http://www.randomaccessmemories.com/



segunda-feira, 7 de setembro de 2015

HUMANS A SÉRIE

"A última invenção que toda família precisa ter é o "Synth" - um robô de alta tecnologia que trabalha como serviçal e se parece com um ser humano. Com a esperança de transformar a forma como vivem, uma família do subúrbio adquire um sintético para a casa, mas acabam descobrindo que compartilhar a rotina com uma máquina pode trazer sérias consequências." 
Mas a série é mais do que isso. O Synth protagonizado por Gemma Chang tem uma inteligência artificial acima dos outros robôs. Com isso os conflitos de identidade entre humanos e robôs se tornam ao decorrer da série o tema principal. Lembra muito a situação já apresentada em filmes como AI, Chapie, Eu Robô, O Homem Bicentenário, Blade Runner e Automata. A produção é primorosa e  desde o primeiro episódio fica clara que o tratamento estético é uma das prioridades. Mas um Show a parte é a interpretação dos atores "Synth". Em certos momentos a gente fica na duvida se a pessoa esta falando com outra ou com um androide de plástico e metal pois os trejeitos mecanizados deles é quase sobrenatural. Os olhos com suas lentes coloridas nos hipnotizam. Como é claro existe uma conspiração por trás de tudo aqui não é diferente. Outro destaque também é a trilha sonora muito bem executada. Ela é um remake de Real Human série sueca exibida pela HBO Max. Não perca tempo pois estamos ainda na primeira temporada. Recomendo.

domingo, 16 de agosto de 2015

FAKE PLASTIC TREES POR FERNANDA BARBOSA.

Depois da original esta é a melhor interpretação desta canção. Fernanda Barbosa é inteligente, bonita e com uma sensibilidade de ouro, difícil de se encontrar hoje em dia. Em poucos momentos da minha vida estive perto de tanta sinceridade com um violão na mão. Sorte minha em conhece-la. Arte é o terceiro nome de Fernanda Barbosa.

domingo, 5 de julho de 2015

A TEORIA DE TUDO

A dica desta semana é o filme A TEORIA DE TUDO. Aqui temos uma biografia filmada do Professor Stephen Hawking. Não vou entregar o ouro sobre a história pois ela até já é bem conhecida, mas gostaria que as pessoas prestassem atenção na fotografia do filme. As cores explodem em cada cena. Daria pra fazer um quadro com cada frame deste filme. Vale a pena assistir e aos poucos pausar quando achar algo que te agrade visualmente. A interpretação de Edddie Redmayne e Felicity Jones é outro detalhe fundamental para o filme. Você sente o sofrimento na interpretação dos dois pelo avanço da doença de Hawking. Eles passam uma verdade nas atuações que impressiona. Mas o que mais me chamou a atenção é o bom humor com que o professor enfrenta até hoje sua condição. Um homem fantástico e obstinado. Assume quando erra e não se deixa levar pela situação. Ele cria a situação para poder crescer e viver. O filme foi baseado no livro escrito por Jane Hawking e dirigido por James Marsh. Assistam e parem de reclamar da vida.  
Stephen Hawking